Existem artistas que passam por uma cidade. E existem artistas que se tornam parte dela. Emanuel Vasco Nunes é do segundo tipo.
Nascido em Maputo, Moçambique, em 1968, filho de um técnico em metalúrgica e artista plástico por vocação, Emanuel cresceu rodeado de formas, materiais e a poética do trabalho manual. O interesse pela arte não foi uma escolha — foi uma herança viva, cultivada desde a infância nas savanas africanas, onde observava o pai pintar paisagens inóspitas.
"A arte eterniza também o seu momento."
— Emanuel Vasco Nunes
Da Europa ao Brasil: um mestre em fundição
Sua formação técnica é rara. Dos 18 aos 21 anos, Emanuel estudou fundição em "cera perdida" — uma das técnicas mais antigas e sofisticadas da escultura — tanto na Espanha quanto na Fundição do Museu do Louvre, em Paris. Esse domínio o transformou em referência internacional ainda jovem.
Fundou a Fundarte, empresa com dez colaboradores e seu pai, que produziu e restaurou obras de grande porte expostas em Portugal, Moscou, Turquia, França, Itália, Holanda, Suíça, Espanha e Estados Unidos. Entre as obras marcantes: uma escultura de 12 metros e 20 toneladas em Portimão, e a reprodução da Deusa Kum Lam — 25 metros de altura, 50 toneladas — oferecida pelo Presidente da República Jorge Sampaio ao território de Macau no dia em que passou a ser governado pela China.
A escolha por Santa Catarina
Em 2007, uma viagem de trabalho o trouxe ao Estado. A identificação com o povo e a cultura catarinense foi imediata — e o retorno a Portugal nunca aconteceu. Após três anos em Rio do Sul, mudou-se definitivamente para Balneário Camboriú em 2010, onde abriu seu ateliê e começou a deixar sua marca na cidade de forma permanente.
Em 2011, tornou-se cidadão brasileiro. Passou a integrar exposições por todo o Brasil e participou de projetos culturais institucionais de peso — como o monumento "Árvore da Vida – Alicerce do Futuro", instalado na Praça Bruno Nitz, com cápsulas do tempo a serem abertas em 2064. Assumiu também a vice-presidência da Associação de Artistas Plásticos e Preservação da Natureza do Meio Ambiente (ACAPPMA).
Não é exagero dizer que parte da identidade artística de Balneário Camboriú passou pelas mãos de Emanuel Nunes.
Arte que fica
O que distingue Emanuel é o rigor do processo aliado à profundidade do olhar. A técnica de "cera perdida" — que ele domina desde os 18 anos — é o mesmo método usado pelos escultores da Grécia Antiga. Cada peça é única: o molde é destruído no processo. O que resta é a obra. Permanente.
Seus trabalhos habitam edifícios, residências, praças e jardins. Não como decoração — como presença. Como memória materializada em bronze e aço.
Em breve — algo especial
Nos próximos dias, a TONADRI e Emanuel Vasco Nunes terão um encontro que vale ser vivido de perto.
Dia 10 de abril. Guarde essa data.
Em breve, mais detalhes.
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Cercada de belezas por todos os cantos, Balneário Camboriú é uma cidade que, por conta própria, estimula nossos desejos de bem viver. Um lugar completo, com infraestrutura, qualidade de vida, lazer, serviços, e o melhor: a natureza sempre emoldurando o seu dia.
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